Alçada ao comando da após a morte de seu pai, Celso La Pastina, o antigo presidente, ela também revela a abertura de três lojas neste ano
Fundado por Vicente La Pastina em 1947, o grupo La Pastina foi multiplicado pelo filho dele, Celso La Pastina, morto no dia 20 de agosto, aos 61 anos, em decorrência de complicações provocadas pelo novo coronavírus. Como era esperado, a presidência da companhia, que também controla a importadora WorldWine, tão ou mais conhecida que a holding, passou para as mãos da filha mais velha de Celso, Juliana La Pastina, então vice-presidente.
Ela assume o comando de um grupo que comercializa cerca de 2.000 rótulos de vinhos e mais de 400 produtos alimentícios. No ano passado a WorldWine, que soma 15 lojas, todas próprias, cresceu 30%. Já a importadora La Pastina (não confundir com a holding) aumentou 20%. O faturamento não é revelado. O restaurante Enosteria Vino e Cucina, na Vila Nova Conceição, em São Paulo, também faz parte do grupo.
Ainda bastante abalada com a inesperada morte do pai, Juliana  conversou  sobre as mudanças da empresa e o recém-lançado aplicativo para compras da WorldWine. E ainda anunciou a abertura de três lojas neste ano e a meta de lançar as próprias marcas de vinho nacional. (por : Exame)

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