Giulietta Santino

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  Giulietta Santino se destaca como expressionista Naif, seguindo sua intuição nas execuções, buscando o profundo da arte.
Artista plastica, pintora, desenhista, gravadora e escultora, essa mineira de Divinopolis-MG tem em seu DNA a pintura de sua mãe Maia Borkowski, com quem teve grande aprendizagem.
  Na xilografia se destaca, e apesar de traços fortes, percebe-se a leveza e a beleza como um todo, executando com sua alma e apresentando um fantástico equilíbrio.
  Estudou na escola de Guignard, onde teve estudos com os professores Enezila Campos e Clébio Maduro.
  Possui diversas exposições coletivas e individuais  e atualmente expõe na Biblioteca pública de Minas Gerais, além de possuir obras em diversas cidades do Brasil e países europeus.

 

Em entrevista concedida para a ToppoArtes, Giulietta falou um pouco sobre sua arte, confira:

Como foi sua entrada para o mundo das artes?

Entrei no mundo das artes ainda criança, fazendo objetos em cerâmica, com barro cru e pintando, afim de construir um lindo mundo das artes. A partir daí, estudei composição e textura. Passei a criar e fui gostando dos meus trabalhos. Comecei a arriscar mais e fui convidada a participar de vários festivais de inverno em Ouro Preto – MG.

Qual artista te influenciou e qual artista você admira?

Eu admiro a Celma Weismann, minha professora de pintura, onde trabalhei vários anos no seu ateliê. Marilia Cançado, que me ajudou a fazer cerâmica e Vilma Rabelo, minha professora de xilogravura e gravurista na Escola Guignard. Além delas, tive na artista Maia Borkowski (minha mãe), quem dedicou muito do seu tempo, para me ensinar composição e matizes. A ela, não tenho palavras para descreve-la, sempre amiga, ajudadora e muito minha fã de carteirinha.

Em qual momento artístico você coloca sua arte?

Minha arte é considerada um trabalho cheio de cores, intelectualmente artístico, naif (ingênuo) expressionista, que me agrada bastante, e me estimula a continuar…

Qual a obra que mais ti agradou e qual premiação mais te emocionou?

O trabalho que mais gostei de fazer foi um quadro, que se tornou a capa de meu catálogo na premiação da Cemig em BH.

Minhas xilos também, foram expostas na Galeria do grande Palácio das Artes, e prêmio na Escola Guignard, de BH. Tudo isso me incentivou a continuar minha obra.

Por fim, fale um pouco de você e de sua arte.

A minha arte começou quando criança, e junto com a convivência de vários artistas e alunos de Guignard, fui crescendo e sendo influenciada por todos eles, que eram pessoas do mesmo meio artístico, participávamos de feiras de arte, leilões e exposições. Então, passei a frequentar vários ateliês de artistas amigos de meus pais.

Me inspiro em fotos para desenhar e pintar. As pessoas que trabalham no cotidiano, são grandes fontes de observação, na natureza e nos objetos de arte, que sempre me atraem muito. Tive no meu pai, artista, pintor, desenhista e arquiteto como referência, e na minha mãe, artista e escultora muitos motivos de aprendizado. São os meus grandes inspiradores no mundo das artes. Além de receber deles grande apoio, recebi muito carinho e incentivo.

 

Abaixo, alguns dos trabalhos da artista:

 

 

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