As máscaras vieram para ficar e terão preços para todos os bolsos e gostos

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Tais quais como sapatos, que são itens de proteção e podem chegar a custar milhares de reais, máscaras farão parte do guarda-roupa e do portfólio das grifes.
Tipo de material utilizado, estampas exclusivas, bordados, estudo de modelagem aplicado, escala de produção do item são alguns dos fatores que interferem em um acessório de de moda, explica Ana Paula Alves, professora de Design de Moda Centro Universitário Senac. Segundo ela, a imposição trazida pela realidade da Covid-19 fará com que grifes nacionais e internacionais enxerguem no item uma oportunidade de transformá-lo em objeto de desejo. 
Na avaliação de Ana Paula, a produção em primeiro momento fica concentrada em pequenos empreendedores e artesãos “que conseguem produzir e vender rapidamente, mesmo que em menor quantidade”. No caso desses produtores menores, as máscaras inclusive tem sido complemento de renda ou mesmo fonte única de entrada de recursos, já que a pandemia impôs o fechamento de serviços não essenciais, e o mercado de moda está inserido nas restrições.
De toda forma, a indústria da moda vai embarcar na ideia e, capacidade produtiva para isso, há. A Lacoste, por exemplo, converteu sua linha de produção para a confecção de máscaras. Entre meados de março e início de maio, a marca produziu 200 mil máscaras. Não há no mercado ainda EPIs com o pequeno jacaré verde à venda, já que em primeiro momento a grife optou por doar a produção para entidades e órgãos da França e da Argentina, onde estão suas fábricas. Apetite e capacidade produtiva, há, Consumidor de todos os gostos e bolsos, também. Para relembrar um antigo slogan publicitário, a Covid-19 está no alvo da moda. (texto trechos: Larissa Quintino-Veja) 

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